nov/2023

“In Utero”, por quem estava lá

Por André Barcinski

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6 comentários em "“In Utero”, por quem estava lá"

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    Joao Gilberto Monteiro

    André, o In Utero é o meu álbum favorito do Nirvana, pois além de mais pesado, ele expõe como funcionava a cabeça e a vida atormentada do Kurt Cobain de uma forma muito mais verdadeira do que o Nevermind e com eles com mais recursos enquanto músicos e tocando melhor do que no Bleach…

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    Cleibsom Carlos Alves Cabral

    O NIRVANA é legal, mas é a banda mais superestimada da história. Se formos nos prender apenas aos discos e esquecermos do hype, veremos que ali há uma boa banda, mas nada além disso! O que a mídia norte americana queria era um SEX PISTOLS para chamar de seu, e conseguiu!!!!A imprensa não faria isso com uma banda estritamente política, musicalmente ousada e “perigosa” como o DEAD KENNEDYS, por exemplo, então pegou o NIRVANA, quase 10 anos depois, que focava apenas no comportamental, conservadora em sua música e inofensiva e caricatural na personalidade. A banda tinha o discurso perfeito para o identitarismo que começava a se infiltrar no mercado de entretenimento. As pessoas precisam aprender a desconfiar quando o status quo começa a divulgar algo como “revolucionário”, “ousado” e “contestador”. É só ir estudar a história: quando um novo artista é tudo isso mesmo ele recebe apenas porradas e desprezo da imprensa e não essa babação de ovo toda…E, para terminar, o endeusamento de Kurt representa a tomada de poder da cultura pop pelos nerds e eles, que antes serviam apenas para tomarem cascudos na escola, ainda continuam poderosos mesmo depois de tanto tempo, infelizmente!

  • Lembro que o SAlbini meteu o pau no Nirvana na entrevista que deu pra ti, e acabou gravando o disco seguinte da banda.
    A propósito, minha edição do “Barulho” rinalmente chegou em minhas mãos aqui em Vancouver trazida por uma amiga. Uma lindeza! Grato e orgulhoso por ter participado da campanha.
    Saudações tricolores

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