ago/2023

Do Arquivo: Max Martin, o mago do pop

Por André Barcinski

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6 comentários em "Do Arquivo: Max Martin, o mago do pop"

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    Renato Lima Duarte

    Essa semana no twiter (agora X), o Álvaro Pereira Jr. estava reclamando que não pode comentar sobre filme de boneca, sobre o Nolan, sobre o político e etc. Eu lembrei da vez que você fez uma análise do Led Zeppelin e disse que o Jimmy Page montou o Led Zeppelin como uma boy band. Lembro de ter ficado furioso com essa análise. Acho que você estava no R7. Eu fiquei uns dois dias indignado. Depois desses dois dias resolvi ler sua coluna novamente. Nessa segunda leitura eu compreendi o que era óbvio. Page montou a banda segundo preceitos musicais. Eram músicos extraordinários. A biografia do Led Zeppelin escrita pelo Mick Wall confirma isso. Ele não fala em boy band mas confirma que o Jimmy Page escolheu a dedo os caras. Era uma polemica vazia. Aliás, o Regis Tadeu gostou tanto dessa coluna que recentemente falou que o Angra foi formado como uma boy band. hahahahaha. Um abraço.

      • Então Barcinski, sobre o Angra como banda boy band acredito parcialmente na visão do Régis Tadeu (embora o Rafael Bittencourt, guitarrista da banda, discorde desse ponto).
        Concordo em partes porque o Angra iniciou sua trajetória com 3 integrantes (Andre Matos, Rafael Bittencourt e Andre Bastos), foi adicionado Marco Antunes (baterista) e Luis Mariutti (baixista), o Andre Bastos (guitarra) saiu da banda e entrou Andre Hernandes, que também saiu (os dois por não se adequarem ao virtuosismo exigido pela gravadora japonesa da banda a JVC), daí entra o Kiko Loureiro e eles vão gravar seu primeiro disco, o Marco Antunes e o Rafael Bittencourt não conseguem gravar suas partes, mas só o baterista é mandado embora (o Rafael fica por ser um dos compositores principais), um músico de estúdio grava a bateria e o Kiko grava as guitarras do Rafael, depois entra o Ricardo Confessori para a banda para tocar na turnê e vira membro.
        Então concordo com o Régis do Angra ser uma boy band, mas no sentido não de ter caras bonitos e tudo mais, mas caras que se adaptassem ao que era exigido sonoramente pela gravadora JVC e o empresário da banda para fazerem sucesso.

        • Sim, a história da banda é uma gangorra de sucesso e situações absurdas em quantidades cavalares, que beira ao surrealismo, mas mostra como o metal brasileiro é nas suas entranhas.

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