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7 comentários em "Crítica: “Wham!”"
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Maravilhoso o texto como sempre.
Algumas bandas precisam de caras que tenham a consciência das suas virtudes e limitações, e Andrew Ridgeley para mim foi impecável nesse ponto no final do Wham!, embora eu penso que se ele tivesse envolvido de alguma forma no gerenciamento da carreira solo do George, muitos problemas e polêmicas talvez não teriam ocorrido.
Concordo.
Vi o doc ontem, é muito bom mesmo. As imagens de arquivo são impressionantes. Foi legal que os dois permaneceram amigos até o fim e o George ainda trouxe o Andrew para o histórico show que ele fez no Rock in Rio de 91.
Caramba, nem lembrava que o George tinha trazido o Andrew pro Rock in Rio.
Olá André, tudo bem?
Essa é totalmente off-topic, me desculpe: Procurei no blog e não achei, por isso gostaria de fazer uma sugestão: que tal uma matéria sobre o lendário DJ Big Boy? HELLO, CRAZY PEOPLE! Abraços!
André, num meio em que os egos são inflados quase ao infinitivo, mesmo entre os artistas medíocres, é de se aplaudir que o seu quase xará Andrew Ridgeley não tenha sido um empecilho para a explosão do seu parceiro George Michael!!!
E uma dúvida: O Careless Whisper foi lançada como uma música do Wham ou já da carreira solo do George Michael???
Eles contam no filme. Foi lançado, bizarramente, como “Wham! – featuring George Michael”. Na verdade, foi a primeira música da carreira solo dele, mesmo com a banda ainda na ativa…