Crítica: “Federer – Doze Últimos Dias”
Por André Barcinski
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8 comentários em "Crítica: “Federer – Doze Últimos Dias”"
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André, mesmo não sendo um grande apaixonado pelo tênis (acho os tenistas mais interessantes que o esporte que praticam), sempre que passava um jogo do Federer na TV, eu parava para assistir, pois ele realmente foi um gênio, na lista entre os maiores atletas de todos os tempos, de qualquer modalidade!!!!
Verdade, não dá pra discutir.
Quem foi o maior tenista masculino da História na tua opinião? E feminina?
Tu jogava bem, André?
Acho que Federer e Martina Navratilova. Mas o meu favorito sempre foi o Borg.
Gosto de bater uma bolinha e, por conviver com alguns conhecidos que também jogam, atesto: a quantidade de marmanjo que ficou com os olhos marejados ao ver esse documentário é gigante. Achei piegas num tom aceitável, digno da trajetória do Federer.
Sim, foi bem no limite.
Xará, a foto que escolheu para ilustrar o texto foi demais. Que imagem linda! Que fase o tênis teve com esses três gênios. Pena q esta acabando.
Sim, dois gigantes.