nov/2023

Crítica: “Cousin”, do Wilco

Por André Barcinski

Crítica: “Cousin”, do Wilco

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8 comentários em "Crítica: “Cousin”, do Wilco"

  • Barça, concordo 1.000%, Cruel Country passou batido e olha que hoje Wilco é uma das minhas top 5! Cousin retomou o rumo depois de alguns álbuns fracos (Ode to Joy é bom). Você leu World Within a Song, novo livro do Tweedy? Interessante, ele conta sobre as canções que lhe marcaram desde a infância. Eu já sabia, mas legal ver que ele ouvia Amon Duul II e Mutantes rsrs.
    Grande abraço!
    PS. Curtindo muito o B3+1!!

  • O meu preferido desde star wars que eu gostei pra cacete aliás. Mas ainda acho star wars superior.

    Apesar da galera meter o pau no “schmilco “ acho que ele mantém bem a pegada “pop estranha” do grupo e gosto de ouvir de vez em quando .

    Mas de fato pra mim o mais legal desde star wars

  • Eu prefiro o Wilco da fase alt. country, adoro os álbuns A.M. e Being There, e confesso que esses discos mais experimentais, como o Yankee Hotel Foxtrot não me agradaram, mas vou ouvir Cousin, por ser indicação sua.

    P.S. Acho uma pena o John Stirrat não cantar mais nos discos.

    Abraço e bom final de semana.

  • A minha sensação ao ouvir esse disco foi a mesma. Uma volta ao Yankee Hotel.
    Outra particularidade é que Nels Cline não fez parte do Yankee, ele entrou logo depois, e sempre achei que ele trouxe mais melodia para o Wilco, com ótimos solos. Nesse último disco, ele contribuiu de uma forma diferente, sendo mais econômico, ou mais inventivo, ou jogando mais para a banda. Um ótimo disco.

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