maio/2023

Crítica: “Love to Love You, Donna Summer”

Por André Barcinski

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14 comentários em "Crítica: “Love to Love You, Donna Summer”"

  • Imagem de perfil do usuárioImagem de perfil do usuário
    Joao Gilberto Monteiro

    André, a disco music tem uma história interessantíssima, desde os seus primórdios nas boates e gueto gays, com muita influência negra e latina (principalmente porto-riquenha) até o seu “branqueamento” com todos os grandes astros do pop se arriscando a fazer disco depois do estouro com os já veteranos Bee Gees e John Travolta!!!
    Uma pena, no caso desse doc fazerem da história da Donna, um Casos de Família piorado…

  • concordo muito com o cansaço desses dramas familiares. Tenho o mesmo bode com aquele jornalismo preguiçoso que fica horas entrevistando e mostrando familiares de atletas antes de olimpíadas e copas do mundo.

    O que vc acha do documentário do quincy jones? também é feito pela filha, mas acho que nesse caso tem pouco drama, e o acesso acabou funcionando pra ter boas cenas da intimidade dele. A gravação da ligação que ele faz pra Oprah, se lembro bem, pra arranjar quem ia tocar / cantar na posse do obama é fenomenal.

    PS: outro documentário interessante que foca demais em drama familiar é um brasileiro, o “homem que engarrafava nuvens”, que quase fala mais da denise dumont, produtora, que do seu pai e assunto do doc, o interessantíssimo humberto teixeira, parceiro do gonzagão.

  • Ontem eu vi “Everything is Copy”, documentário sobre a roteirista e diretora Nora Ephron. Fiquei bastante surpreso! Apesar de dirigido pelo filho dela (com o jornalista Carl Bernstein, com quem ela foi casada), o filme é um retrato bem bacana e bem pouco chapa branca. O time de entrevistados é excelente: Mike Nichols, Gay Talese, Carl Bernstein, Spielberg, David Remnick, Meryl Streep, Tom Hanks, Rob Reiner, entre outros!

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    Eduardo Simeao

    Realmente, há lacunas que só desqualificam o filme… Não há um pio sobre o único filme que Donna fez como atriz, “Até que enfim é sexta-feira” (1978), que venceu o Oscar de melhor canção original (cantada por ela!). Se isso não tem importância para ser mencionado numa cinebiografia…

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    Renato Lima Duarte

    Um cara como Giorgio Moroder passou quase incógnito pelo doc. Quase dava pra ouvir a filha falando pro pai ” Pai, lembra quando a mãe queria que eu comesse mingau e eu recusei.” Só faltou isso.

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