Quando o pop brasileiro era rico
Por André Barcinski
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13 comentários em "Quando o pop brasileiro era rico"
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acho engraçado também como vários desses músicos não tinham muito apreço pela própria música que gravavam, pelo menos o pessoal do jazz tinha meio que vergonha de pop, era um troço “sujo”. Dizem que James Jamerson odiava pop e não tava nem aí pra todas as linhas clássicas de baixo que criou e que nós fãs de pop idolatramos.
Aqui acontecia o mesmo, a galera que tocava um som mais sofisticado fazia trabalho em estúdio em discos comerciais, mas não gostava de comentar.
Oh Barça nunca prestei atenção nesta constelação absurda de músicos neste disco do Pepeu Gomes, curto um monte Novos Baianos e a carreira solo dele, vou dar uma ouvida para recordar está disco. Valeu.
Disco é excelente.
Barça, ansioso pra comprar o Pavões Misteriosos, será minha primeira leitura, quando fui comprar já estava esgotado. Quanto à biografia do Mojica, há previsão de relançamento ?
Cara, a bio do Mojica foi relançada, em versão luxuosa, pela Editora Darkside, há uns cinco anos, recomendo muito, a versão é bem legal.
Minha nossa, que cast! Seria o ápice da carreira de qualquer artista global gravar com um time desses! E esse disco é demais mesmo!
Assisti o Pepeu ao vivo uns meses antes da pandemia, com os irmãos Jorginho e Didi como parte da banda. Foi demais, ele ainda manda muito!
Abe Laboriel Jr. toca bateria na banda de Paul McCartney há anos… uma delícia ler esse texto, me lembrou da leitura do seu livro “Pavões Misteriosos”. Abração, mestre.
Sim, filho do homem.
André, realmente esse time que o Pepeu Gomes reuniu para o seu disco, é espetacular, parece a escalação atual do Manchester City!!!!
Mas o pop brasileiro atual (pelo menos o do mainstream), também não é rico (financeiramente falando? Não é feito muito investimento para alavancar a carreira da Anitta, Pabblo Vittar, Ludmilla, Luísa Sonza, entre outors e outras?
Sem contar o tanto de grana de “origem duvidosa” injetada no sertanejo, na pisadinha e no funk, as nossas músicas pop atuais?
Não sei, talvez a grana em anos anteriores fosse investida mais nos discos do que na promoção…
Barça, você sempre menciona os músicos de estúdio e tenta dar o devido crédito, o que é justo. Antigamente o nome deles nem aparecia no encarte. Mas eu sempre me pergunto, esses músicos de estúdio, ou até mesmo os que acompanham a banda em turnês mas não fazem parte oficialmente da banda, por que são tão menosprezados? É porque eles são substituíveis?
Era um trabalho considerado meio que braçal, os caras iam pro estúdio, não sabiam nem o que iam gravar, eram “peões” mesmo. Acho isso fascinante.