{"id":5724,"date":"2024-10-25T06:00:00","date_gmt":"2024-10-25T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/?p=5724"},"modified":"2024-10-24T12:04:40","modified_gmt":"2024-10-24T15:04:40","slug":"entrevista-jerry-cantrell-alice-in-chains","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/entrevista-jerry-cantrell-alice-in-chains\/","title":{"rendered":"Entrevista: Jerry Cantrell (Alice in Chains)"},"content":{"rendered":"\n<p>Um nome fundamental do rock das \u00faltimas quatro d\u00e9cadas est\u00e1 voltando ao Brasil: Jerry Cantrell, guitarrista e cantor da banda norte-americana Alice in Chains, far\u00e1 show \u00fanico na Audio, em S\u00e3o Paulo, em 12 de novembro. A apresenta\u00e7\u00e3o faz parte da turn\u00ea de lan\u00e7amento do mais recente \u00e1lbum solo de Cantrell, \u201cI Want Blood\u201d. \u00c9 o quinto disco que o guitarrista lan\u00e7a fora do trabalho com o Alice in Chains e o primeiro em tr\u00eas anos (\u201cBrighten\u201d, \u00e9 de 2021). \u201cEntre \u2018Brighten\u2019 e o disco anterior, foram quase 20 anos\u201d, diz Cantrell, \u201cMas assim que eu terminei a turn\u00ea de \u2018Brighten\u2019, imediatamente comecei a trabalhar no novo disco. N\u00e3o sei o que aconteceu, eu me senti numa fase muito criativa e praticamente emendei um disco no outro. Foi excelente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Cantrell tem 58 anos e \u00e9 um baluarte do movimento \u201cgrunge\u201d, a not\u00e1vel gera\u00e7\u00e3o de bandas que surgiu no fim dos anos 1980 na regi\u00e3o de Seattle, estado de Washington, noroeste dos Estados Unidos, que revelou, al\u00e9m do Alice in Chains, nomes como Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e Mudhoney. \u201cEra uma cena muito ativa e amig\u00e1vel\u201d, lembra Cantrell. \u201cTodo mundo tocava com todo mundo e era amigo. \u00cdamos aos mesmos shows e ouv\u00edamos as mesmas coisas: punk, metal, rock de garagem. Cada um, \u00e0 sua maneira, fez o seu estilo de rock pesado. N\u00e3o podemos esquecer que Seattle tem uma grande tradi\u00e7\u00e3o de bandas de rock, de Hendrix a Heart, passando por The Sonics e Queensryche. T\u00ednhamos um legado imenso para continuar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7J9JPlfpB40?si=CsjstCaU9iGkMi52\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<p>No show de S\u00e3o Paulo, Cantrell vai tocar v\u00e1rias m\u00fasicas do disco novo, mas n\u00e3o deixar\u00e1 de lado cl\u00e1ssicos do Alice in Chains. \u201cSei que nossa m\u00fasica marcou muita gente, e as pessoas que v\u00e3o a meus shows gostam de ouvir suas m\u00fasicas prediletas do Alice. Mas tenho tocado as m\u00fasicas novas ao vivo, e a rea\u00e7\u00e3o tem sido extraordin\u00e1ria, com todo mundo curtindo e ouvindo com aten\u00e7\u00e3o meu novo trabalho. N\u00e3o \u00e9 aquele momento do show para ir ao banheiro ou pegar cerveja, pode estar certo! (Risos)\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Cantrell j\u00e1 tocou algumas vezes com o Alice in Chains no Brasil, mas apenas uma com a forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica da banda. Foi em 1993, quando o grupo veio com o cantor Layne Staley, o baixista Mike Inez e o baterista Sean Kinney. Staley morreu em 2002, aos 34 anos, de uma overdose de hero\u00edna e coca\u00edna. N\u00e3o foi a \u00fanica trag\u00e9dia com integrantes de banda: em 2011, o ex-baixista do grupo, Mike Starr, tamb\u00e9m morreu de overdose, aos 44 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Cantrell diz ser grato pela obsess\u00e3o que os f\u00e3s demonstram pelo Alice in Chains. \u201cAcho que somos uma banda que sempre se arriscou musicalmente. Fizemos discos diferentes e inesperados. N\u00e3o \u00e9 toda banda que lan\u00e7a dois EPs ac\u00fasticos como n\u00f3s (\u201cSap\u201d,de 1992, e \u201cJar of Flies\u201d, de 1994). Isso poderia parecer suic\u00eddio comercial e n\u00e3o fazer muito sentido no papel, mas era o que quer\u00edamos fazer na \u00e9poca. Acho que isso nos libertou para tentar coisas diferentes. O p\u00fablico aprendeu a curtir nosso lado pesado junto com nossa faceta mais ac\u00fastica. Nossos f\u00e3s nos viam de um jeito mais amplo e n\u00e3o sabiam o que esperar. Muita gente pegou o bonde com a gente e embarcou em nossa viagem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00fasico diz que n\u00e3o pode esperar at\u00e9 subir no palco na Am\u00e9rica do Sul (ele toca em 8\/11 em Santiago, no Chile, 10\/11 em Buenos Aires, na Argentina, e dia 12 em S\u00e3o Paulo): \u201cN\u00e3o h\u00e1 nada como tocar a\u00ed. Sabe, n\u00e3o \u00e9 em todo lugar do mundo que voc\u00ea ouve os f\u00e3s cantando todas as notas do seu solo de guitarra, \u00e9 uma coisa muito especial. Eu n\u00e3o vejo isso acontecendo muito nos Estados Unidos, talvez porque eu toque muito aqui e os f\u00e3s j\u00e1 estejam um pouco entediados de me ver! (Risos) Mas falando s\u00e9rio, a conex\u00e3o que temos com o p\u00fablico brasileiro e sul-americano em geral \u00e9 uma coisa \u00fanica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Um \u00f3timo fim de semana todas e todos!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um nome fundamental do rock das \u00faltimas quatro d\u00e9cadas est\u00e1 voltando ao Brasil: Jerry Cantrell, guitarrista e cantor da banda norte-americana Alice in Chains, far\u00e1 show \u00fanico na Audio, em S\u00e3o Paulo, em 12 de novembro. 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