{"id":3271,"date":"2023-12-13T06:00:00","date_gmt":"2023-12-13T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/?p=3271"},"modified":"2024-09-24T14:43:02","modified_gmt":"2024-09-24T17:43:02","slug":"dez-discos-que-mais-ouvi-em-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/dez-discos-que-mais-ouvi-em-2023\/","title":{"rendered":"Dez discos que mais ouvi em 2023"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>The Coral &#8211; Sea of Mirrors<\/strong>: D\u00e9cimo-primeiro disco dessa banda brit\u00e2nica que, a cada ano, fica mais estranha e fascinante. Os caras vivem num vilarejo min\u00fasculo na Pen\u00ednsula Wirral, noroeste da Inglaterra, e fizeram uma joia rara de folk-pop com pitadas de Kinks e Pentangle. Para ouvir deitado na rede, contemplando o fim de tarde.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Goat \u2013 Medicine<\/strong>: Ficamos simplesmente obcecados com o novo disco desses malucos dos cafund\u00f3s da Su\u00e9cia que fazem um space-rock psicod\u00e9lico e ocultista, trilha sonora ideal para um culto pag\u00e3o qualquer.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tinariwen \u2013 Amatssou<\/strong>: Quarenta anos de carreira e os Beatles da \u00c1frica n\u00e3o conseguem fazer um disco ruim. Esse, coproduzido por Daniel Lanois, \u00e9 um dos melhores e traz aquele peculiar blues des\u00e9rtico que o Tinariwen faz melhor que ningu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Teenage Fanclub \u2013 Nothing Lasts Forever<\/strong>: Todo disco do TF \u00e9 igual, mas alguns s\u00e3o mais iguais que outros. Desde que come\u00e7amos a ouvir este, n\u00e3o largamos mais. \u201cForeign Land\u201d \u00e9 uma das melhores can\u00e7\u00f5es que esses escoceses j\u00e1 gravaram.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sleaford Mods \u2013 UK Grim<\/strong>: O duo ingl\u00eas continua firme na miss\u00e3o de radiografar, com batidas furiosas e letras de uma urg\u00eancia punk-prolet\u00e1ria dignas de Mark E. Smith, a triste Inglaterra do p\u00f3s-Brexit. Uma paulada.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Earth \u2013 Live at the Crocodile<\/strong>: Dylan Carlson toca guitarra e Adrienne Davies toca bateria. N\u00e3o h\u00e1 vocais ou solos. H\u00e1 mais de 30 anos, o Earth faz um drone metal lento e repetitivo, que vai envolvendo o ouvinte numa onda m\u00e2ntrica e hipnotizante. Esse disco ao vivo \u00e9 imposs\u00edvel parar de ouvir.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bike \u2013 Arte Bruta<\/strong>: Do Vale do Para\u00edba vem esse quarteto de sons psicod\u00e9licos que come\u00e7ou emulando Black Angels e Brian Jonestown Massacre, mas hoje faz um som pr\u00f3prio que, nesse novo disco, assume de vez as influ\u00eancias brasileiras. Lind\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Slowdive \u2013 Everything is Alive<\/strong>: Nunca achei que o Slowdive faria um disco do n\u00edvel de \u201cSouvlaki\u201d, mas este periga ser at\u00e9 melhor. Post-rock, shoegaze, dream pop, tem de tudo. E que disco pra ouvir no carro!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Peru Selv\u00e1tico: Sonic Expedition Into the Peruvian Amazon 1972-1986<\/strong>: Minha gravadora predileta dos \u00faltimos anos \u00e9 a Analog Africa, especializada em colet\u00e2neas de sons \u201cdiferentes\u201d do mundo. Aqui eles juntam uma penca de nomes que eu nunca tinha ouvido falar &#8211; Los Zheros, Fresa Juvenil de Tarapoto, Ranil Y Su Conjunto Tropical e Los Rangers de Tingo Maria \u2013 num disco de cumbia psicod\u00e9lica peruana. Viciante.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dead Meadow &#8211; Force Form Free<\/strong>: Se a sua praia \u00e9 psicodelia, recomendo demais essa banda espetacular de Washington, D.C., que mistura sons lis\u00e9rgicos a uma pegada stoner pesadona.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>The Coral &#8211; Sea of Mirrors: D\u00e9cimo-primeiro disco dessa banda brit\u00e2nica que, a cada ano, fica mais estranha e fascinante. Os caras vivem num vilarejo min\u00fasculo na Pen\u00ednsula Wirral, noroeste da Inglaterra, e fizeram uma joia rara de folk-pop com pitadas de Kinks e Pentangle. Para ouvir deitado na rede, contemplando o fim de tarde. 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