{"id":1216,"date":"2021-11-03T06:00:00","date_gmt":"2021-11-03T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/?p=1216"},"modified":"2024-09-02T12:44:48","modified_gmt":"2024-09-02T15:44:48","slug":"feliz-100-charles-bronson","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/feliz-100-charles-bronson\/","title":{"rendered":"Feliz 100, Charles Bronson!"},"content":{"rendered":"\n<p>Hoje, 3 de novembro de 2021, Charles Bronson faria 100 anos. Em &nbsp;homenagem a este gigante do cinema, recuperei tr\u00eas textos que fiz sobre ele. O primeiro, de 2018, conta a vida dura do ator, que cresceu numa fam\u00edlia miser\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois textos seguintes s\u00e3o mais divertidos. O segundo, de 2013, \u00e9 um Top 15 de meus filmes prediletos estrelados pelo astro, e o terceiro, de 2018, \u00e9 uma compila\u00e7\u00e3o de dez momentos antol\u00f3gicos de Charl\u00e3o na s\u00e9rie \u201cDesejo de Matar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Espero que gostem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Minas de carv\u00e3o, pobreza e trag\u00e9dias pessoais: a saga de Charles Bronson&#8230; <\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se os f\u00e3s conhecessem a hist\u00f3ria de vida de Charles Bronson, entenderiam por que ele ficou marcado por interpretar personagens t\u00e3o dur\u00f5es no cinema: a vida do ator faz qualquer um de seus filmes parecer &#8220;Cinderela&#8221;. Nascido Charles Buchinsky em novembro de 1921, foi o 11\u00ba de 15 filhos de uma fam\u00edlia lituana que trabalhava em minas de carv\u00e3o na Pensilv\u00e2nia (nordeste dos Estados Unidos).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1974, Bronson deu uma entrevista \u2013 coisa rara, j\u00e1 que odiava falar sobre si mesmo \u2013 ao cr\u00edtico de cinema Roger Ebert, em que lembrou a dureza de sua inf\u00e2ncia:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cLembro que meu pai raspou nossas cabe\u00e7as para evitar piolhos. Os tempos eram duros. Eu usava roupas que n\u00e3o cabiam mais em meus irm\u00e3os mais velhos. E porque as crian\u00e7as mais velhas em minhas fam\u00edlias eram meninas, eu era obrigado a usar as roupas delas. Lembro que fui para a escola de vestido. E minhas meias, quando eu chegava em casa, precisava emprestar para meu irm\u00e3o trabalhar nas minas de carv\u00e3o\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Charles trabalhou dentro das minas por quatro anos, 16 horas por dia. Recebia um d\u00f3lar por cada tonelada de carv\u00e3o. A fam\u00edlia morou \u2013 17 pessoas \u2013 no por\u00e3o da casa de outra fam\u00edlia lituana, que tinha oito filhos. O pai de Charles, Valteris, morreu quando o menino tinha 14 anos. Charles cometeu furtos e chegou a ser preso por um curto per\u00edodo. Em casa, todas as crian\u00e7as falavam lituano e russo, e Charles s\u00f3 aprendeu a falar ingl\u00eas quando era adolescente.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"489\" height=\"536\" src=\"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/bronson-menino.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1218\"\/><figcaption>Um Charles ainda menino, bem antes da fama<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Um de seus irm\u00e3os foi combater os nazistas na Segunda Guerra e disse que preferia enfrentar bombas e granadas a descer mais uma vez naquela mina escura. O pr\u00f3prio Charles serviu na For\u00e7a A\u00e9rea por tr\u00eas anos durante a Guerra. Foi ferido em combate e condecorado por bravura.<\/p>\n\n\n\n<p>De volta aos Estados Unidos, trabalhou colhendo frutas em fazendas e numa padaria, at\u00e9 que resolveu tentar a sorte como ator: \u201cEra o trabalho mais f\u00e1cil que eu podia pensar em fazer\u201d. Estreou no cinema no in\u00edcio dos anos 50, fazendo pontas em faroestes e filmes de guerra. Na mesma \u00e9poca, mudou o sobrenome para Bronson, para escapar da persegui\u00e7\u00e3o anticomunista do Macartismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Destacou-se no faroeste \u201cSete Homens e um Destino\u201d (1960) e nos filmes de guerra \u201cFugindo do Inferno\u201d (1963) e \u201cOs Doze Condenados\u201d (1967), mas s\u00f3 fez sucesso mesmo na Europa, em faroestes como \u201cEra Uma Vez no Oeste\u201d (1968), de Sergio Leone, e filmes de suspense como \u201cO Passageiro da Chuva\u201d (1970), de Ren\u00e9 Cl\u00e9ment.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio dos anos 70, Charles Bronson era um dos atores mais famosos do mundo, um astro na Europa e na \u00c1sia. Nos Estados Unidos, no entanto, n\u00e3o tinha a mesma fama. At\u00e9 que, em 1974, aos 53 anos, ganhou o papel de Paul Kersey, o arquiteto que se torna matador de bandidos em \u201cDesejo de Matar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDesejo de Matar\u201d foi um sucesso de bilheteria, rendendo o que hoje equivaleria a 108 milh\u00f5es de d\u00f3lares, mas foi t\u00e3o violentamente recha\u00e7ado pela cr\u00edtica, que o considerou apologia \u00e0 viol\u00eancia, que o produtor Dino De Laurentiis n\u00e3o quis fazer uma continua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje pouca gente lembra, mas entre o primeiro e o segundo &#8220;Desejo de Matar&#8221;, houve um intervalo de oito anos. E o segundo filme da s\u00e9rie s\u00f3 aconteceu porque o original foi \u201credescoberto\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio dos anos 1980, com a explos\u00e3o do mercado de videocassetes nos Estados Unidos, \u201cDesejo de Matar\u201d tornou-se um filme dos mais procurados em videolocadoras. Isso levou dois produtores espert\u00edssimos, os israelenses Menahem Golan e Yoram Globus, da produtora Cannon, a comprar os direitos da franquia e fazer outros quatro filmes da s\u00e9rie, terminando em 1994, com o quinto \u201cDesejo de Matar\u201d, \u00faltimo filme de Charles Bronson no cinema.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a inf\u00e2ncia de Charles Bronson foi dura, os anos 90 foram os mais dif\u00edceis de sua vida.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"641\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/charles-e-jill-641x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1219\" srcset=\"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/charles-e-jill-641x1024.jpg 641w, https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/charles-e-jill-375x600.jpg 375w, https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/charles-e-jill-768x1228.jpg 768w, https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/charles-e-jill-961x1536.jpg 961w, https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/charles-e-jill.jpg 1251w\" sizes=\"auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px\" \/><figcaption>Charles e Jill Ireland, um dos casais mais &#8220;sexy&#8221; do cinema<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>No fim de 1989, Charles e sua segunda esposa, a atriz Jill Ireland, perderam Jason, filho adotivo de Jill. Jason era viciado em hero\u00edna e coca\u00edna, e morreu de overdose em novembro de 1989. Seis meses depois, a lind\u00edssima e talentosa Jill Ireland, com quem Bronson era casado desde 1968 e tinha sete filhos, entre crian\u00e7as de outros casamentos e adotadas, morreu de c\u00e2ncer.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma de suas \u00faltimas entrevistas, ela brincou com sua doen\u00e7a e os personagens violentos interpretados pelo marido: &#8220;Charlie n\u00e3o pode simplesmente pegar uma metralhadora e exterminar as c\u00e9lulas cancer\u00edgenas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um Top 15 de Charles Bronson<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Aqui vai, em ordem cronol\u00f3gica, meus 15 filmes prediletos estrelados por Charles Bronson. Tem alguns abacaxis no meio, que inclu\u00ed por raz\u00f5es sentimentais e nost\u00e1lgicas. Bronson fez parte da vida cin\u00e9fila de tanta gente, que muitos iam ao cinema s\u00f3 para v\u00ea-lo, sem se importar se o filme prestava. Eu era um deles.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apache (Robert Aldrich, 1954)<\/strong>&nbsp;\u2013 Faroeste mediano, mas ver Burt Lancaster de \u00edndio n\u00e3o tem pre\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Machine Gun Kelly (Roger Corman, 1958)<\/strong>&nbsp;\u2013 Bronson faz o personagem-t\u00edtulo, um g\u00e2ngster e ladr\u00e3o de bancos que aterrorizou os Estados Unidos na \u00e9poca da Lei Seca, nesse excelente policial de Roger Corman.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sete Homens e Um Destino (John Sturges, 1960)<\/strong>&nbsp;\u2013 Imagine uma defesa dessas: Charles Bronson, Yul Brinner, Steve McQueen e Robert Vaughn. Nem o Messi chegava perto. Faroeste cl\u00e1ssico, adaptado de \u201cOs Sete Samurais\u201d de Akira Kurosawa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fugindo do Inferno (John Sturges, 1963)<\/strong>&nbsp;\u2013 Nazistas levam Steve McQueen, James Garner, James Coburn, Donald Pleasence, James Donald e Charles Bronson a um campo de prisioneiros barra pesada e os desafiam a escapar. Charl\u00e3o e sua patota d\u00e3o uma bela li\u00e7\u00e3o aos chucrutes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>This Property is Condemned (Sydney Pollack, 1966)<\/strong>&nbsp;\u2013 Filme raro, o segundo dirigido por Sydney Pollack. Francis Ford Coppola co-escreveu o roteiro, baseado numa pe\u00e7a de Tennessee Williams sobre um forasteiro (Robert Redford) que chega a uma pequena cidade do sul dos EUA e disputa a gata Natalie Wood com \u2013 adivinha? \u2013 Charles Bronson.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os Doze Condenados (Robert Aldrich, 1967)<\/strong>&nbsp;\u2013 Esse filme faz \u201cMercen\u00e1rios\u201d parecer \u201cO M\u00e1gico de Oz\u201d: um grupo de soldados e criminosos, incluindo Bronson, Lee Marvin, Ernest Borgnine, Jim Brown, Donald Sutherland, Robert Ryan, John Cassavetes (ele mesmo, o diretor), Telly Savallas e at\u00e9 o cantor Trini Lopez embarcam numa miss\u00e3o suicida: arrepiar um encontro de nazistas na Fran\u00e7a ocupada. Deve ter batido algum recorde mundial de testosterona num mesmo filme.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Era Uma Vez no Oeste (Sergio Leone, 1968)<\/strong>&nbsp;\u2013 Dizer o qu\u00ea? Se voc\u00ea n\u00e3o viu Bronson tocando gaita e duelando com Henry Fonda, sua vida n\u00e3o est\u00e1 completa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Passageiro da Chuva (Ren\u00e9 Cl\u00e9ment, 1970)<\/strong>&nbsp;\u2013 Um thriller misterioso dirigido na Fran\u00e7a pelo grande Cl\u00e9ment, de \u201cO Sol por Testemunha\u201d. Bronson faz um policial que investiga um estuprador e acaba envolvido com uma de suas v\u00edtimas, interpretada por Marl\u00e8ne Jobert. Um dos primeiros \u2013 de v\u00e1rios \u2013 filmes que Bronson fez com a ent\u00e3o esposa, Jill Ireland.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Citt\u00e1 Violenta (Sergio Solima, 1970)<\/strong>&nbsp;\u2013 Outro filma\u00e7o policial, dessa vez com Bronson no papel de um matador de aluguel que acaba ca\u00e7ado pelo patr\u00e3o, o imortal e careca Telly Savallas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Segredo da Cosanostra \/ The Valachi Papers (Terence Young, 1972)<\/strong>&nbsp;\u2013 Vi esse filme numa madrugada na Band, h\u00e1 uns 25 anos, e nunca esqueci: Bronson faz um informante condenado \u00e0 morte pela M\u00e1fia. Bom demais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>The Mechanic (Michael Winner, 1972)<\/strong>&nbsp;\u2013 Filme surpreendente, na linha do \u201ccinema da paran\u00f3ia\u201d que marcou&nbsp;<em>thrillers<\/em>&nbsp;americanos da \u00e9poca, como \u201cThe Parallax View\u201d e \u201cTr\u00eas Dias do Condor\u201d. Bronson faz um matador de aluguel perseguido pela misteriosa corpora\u00e7\u00e3o para a qual trabalha.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desejo de Matar (Michael Winner, 1974)<\/strong>\u00a0\u2013 Junto com o \u201cDirty Harry\u201d de Clint Eastwood, a s\u00e9rie \u201cDesejo de Matar\u201d \u2013 cinco filmes em 20 anos \u2013 foi um marco do cinema de direita e uma rea\u00e7\u00e3o ao hippismo da \u00e9poca do Vietn\u00e3, com personagens isolados em um mundo violento e que decidem fazer justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os. O primeiro \u201cDesejo de Matar\u201d \u00e9 muito bom. Pisque e voc\u00ea perder\u00e1 um astro do cinema fazendo sua estr\u00e9ia \u2013 sem cr\u00e9dito \u2013 no filme e levando de presente um bala\u00e7o do Charl\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lutador de Rua (Walter Hill, 1975)<\/strong>&nbsp;\u2013 Passa de vez em quando na TV e revejo TODAS as vezes. Bronson faz um desempregado que chega em New Orleans no meio da Grande Depress\u00e3o e ganha a vida em lutas de rua. Seu agente \u00e9 o sempre fant\u00e1stico James Coburn. Estreia de Walter Hill na dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telefone (Don Siegel, 1978)<\/strong>&nbsp;\u2013 Esse \u00e9 outro daqueles filmes que \u00e9 melhor nem come\u00e7ar a ver porque \u00e9 imposs\u00edvel parar. Nos Estados Unidos, um homem misterioso telefona para algumas pessoas e declama um poema de Robert Frost. As pessoas imediatamente ficam hipnotizadas \u2013 na verdade, eram agentes da KGB inflitrados \u2013 e cometem atos de terrorismo. O homem que d\u00e1 os telefonemas \u00e9 Donald Pleasence. Bronson faz um militar russo que vai atr\u00e1s do criminoso, \u00e9 Charles Bronson. Para melhorar, Lee Remick faz uma sensual agente da CIA e a dire\u00e7\u00e3o \u00e9 de Don Siegel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ca\u00e7ada Mortal \/ Death Hunt (Peter H. Hunt, 1981)<\/strong>&nbsp;\u2013 Qualquer filme com Bronson, Lee Marvin, Carl Weathers (o Apollo Creed de \u201cRocky\u201d) e a gostosura da Angie Dickinson j\u00e1 vale o ingresso. Mas esse \u00e9 bom mesmo, um faroeste\/policial sobre um fugitivo \u2013 Bronson, claro \u2013 perseguido pela Pol\u00edcia Montada Canadense.<\/p>\n\n\n\n<p><em>E <a href=\"https:\/\/blogdobarcinski.blogosfera.uol.com.br\/2018\/05\/10\/dez-momentos-classicos-de-charles-bronson-em-desejo-de-matar\/\">aqui<\/a>, uma colet\u00e2nea de dez grandes momentos da s\u00e9rie \u201cDesejo de Matar\u201d.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje, 3 de novembro de 2021, Charles Bronson faria 100 anos. Em &nbsp;homenagem a este gigante do cinema, recuperei tr\u00eas textos que fiz sobre ele. O primeiro, de 2018, conta a vida dura do ator, que cresceu numa fam\u00edlia miser\u00e1vel. Os dois textos seguintes s\u00e3o mais divertidos. 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