{"id":1113,"date":"2021-09-29T06:00:00","date_gmt":"2021-09-29T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/?p=1113"},"modified":"2024-09-27T17:31:05","modified_gmt":"2024-09-27T20:31:05","slug":"serie-jazz-de-ken-burns-esta-no-globoplay","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webpreview.net.br\/barcinski\/serie-jazz-de-ken-burns-esta-no-globoplay\/","title":{"rendered":"S\u00e9rie &#8220;Jazz&#8221;, de Ken Burns, est\u00e1 no Globoplay"},"content":{"rendered":"\n<p>Escondida na programa\u00e7\u00e3o do Globoplay est\u00e1 uma das melhores s\u00e9ries documentais sobre m\u00fasica j\u00e1 feitas: \u201cJazz\u201d, de Ken Burns.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ada em 2001, a s\u00e9rie tem 12 epis\u00f3dios e traz toda a hist\u00f3ria do jazz, desde sua cria\u00e7\u00e3o em New Orleans, no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, at\u00e9 o \u201crevival\u201d do g\u00eanero, no fim dos anos 1990.<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hjw-w0it8as\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<p>\u201cJazz\u201d \u00e9 apresentada pelo grande m\u00fasico Wynton Marsalis e traz entrevistas com dezenas de m\u00fasicos e historiadores.<\/p>\n\n\n\n<p>A exemplo de outras s\u00e9ries documentais de Ken Burns \u2013 sobre a Segunda Guerra, Guerra do Vietn\u00e3, a Lei Seca, beisebol, m\u00fasica country e o escritor Ernest Hemingway \u2013 \u201cJazz\u201d traz uma pesquisa minuciosa e cenas de arquivo de cair o queixo. H\u00e1 imagens de quase cem anos de g\u00eanios como Louis Armstrong, Sidney Bechet, Bessie Smith e Duke Ellington.<\/p>\n\n\n\n<p>Revi a s\u00e9rie recentemente \u2013 comprei a caixa de DVDs quando saiu \u2013 e ela continua t\u00e3o emocionante e reveladora como da primeira vez que assisti. Acho imposs\u00edvel contar, numa s\u00e9rie de TV, toda a hist\u00f3ria de um g\u00eanero t\u00e3o rico e diverso quanto o jazz, e muita gente pode sentir falta de um ou de outro nome ou achar que determinado subg\u00eanero n\u00e3o recebeu o tempo que merecia. Mas \u201cJazz\u201d funciona muito bem como uma an\u00e1lise ampla do estilo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 \u00e9poca do lan\u00e7amento, alguns cr\u00edticos reclamaram de uma suposta vis\u00e3o \u201celitista\u201d de Burns em rela\u00e7\u00e3o ao jazz. O jornalista Jeffrey St. Clair escreveu: \u201cBurns \u00e9 um classicista que fica ofendido pelos sons crus do blues, sua dimens\u00e3o pol\u00edtica e inescap\u00e1vel din\u00e2mica de classe (&#8230;) Burns renega o fato de que Miles, Coltrane, Coleman e seus descendentes levaram o jazz n\u00e3o na dire\u00e7\u00e3o do som suave do swing, que agrada a brancos, mas \u00e0s profundezas da experi\u00eancia negra e urbana\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Curiosamente, outras cr\u00edticas negativas disseram exatamente o oposto: o jornal brit\u00e2nico \u201cThe Guardian\u201d escreveu: \u201cMesmo alguns cr\u00edticos que passaram as vidas lutando pelo reconhecimento da ess\u00eancia afro-americana do jazz acreditam que Burns \u2013 com o encorajamento de Marsalis e de entrevistados como [o autor e historiador] Stanley Croouch \u2013 esticou tanto a linha afroc\u00eantrica que sua recusa em dar cr\u00e9dito \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es de m\u00fasicos brancos prejudica a credibilidade hist\u00f3rica da s\u00e9rie\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Minha sugest\u00e3o: assista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escondida na programa\u00e7\u00e3o do Globoplay est\u00e1 uma das melhores s\u00e9ries documentais sobre m\u00fasica j\u00e1 feitas: \u201cJazz\u201d, de Ken Burns. 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