Rita Lee: adeus à nossa diva pop
Por André Barcinski
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9 comentários em "Rita Lee: adeus à nossa diva pop"
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O recorte da minha geração (1980), cresci ouvindo rádio AM na periferia de São Paulo, via a Rita Lee como a tia malucona das trilhas de novela. Mais tarde, adentrando na história, é que vi e entendi a importância dela no cenário da música nacional (ponto para gente como o Barça). Perda inevitável, mas inestimável! Faz falta figuras pop como ela no nosso contexto.
André, desde ontem, tudo o que foi dito e falado sobre a Rita, inclusive este seu texto, são muito merecidos, mas vc não acha que na autobiografia dela, a Rita Lee não diminuiu demais a importância dos irmãos Baptista na vida dela e a própria atuação deles nos Mutantes (obviamente entendendo a mágoa dela pelo pé nos fundilhos que levou deles em 1972)?
Sim, vou republicar sábado um texto que fiz sobre o livro dela.
Sempre achei os Mutantes chatérrimos, prefiro mil vezes a Rita solo. Gênia, vanguadista e rebelde. Um ícone no real sentido da palavra.
Posso dizer que as três mulheres formam a “santíssima trindade” das mulheres da música brasileira moderna já não estão entre nós: Elis, Gal e agora Rita.
Excelente texto! Long Live RITA!!!
O dia era pra ser triste ( e é… ), mas, pra mim, pesa mais a sorte ter vivido na mesma época que ela. Lendo seu texto, é infalível aquele sentimento de “e agora?”. Passa a história da música brasileira na cabeça, as músicas, as apresentações, as polêmicas, o Pavões Misteriosos… e não há uma referência de artista atual que chegue aos pés dela. Hoje vemos muita notícia, certa ousadia, zilhões de likes/views, recordes… mas pouca música, baixa produção, impacto passageiro e zero inteligência. Sempre tentei evitar chegar naquela fase do “ah, antes era bem melhor”, mas com notícias como essa e o estado atual da música, tá difícil evitar. Long live Rita fucking Lee.
Música brasileira era uma riqueza.
Bela síntese da figura singular que foi Rita.