Crítica: “Ripley” (Netflix)
Por André Barcinski
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11 comentários em "Crítica: “Ripley” (Netflix)"
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Barça, tudo bem? Achei a série muito acima da média do que há na Netflix. Fotografia deslumbrante, de fato. Mas, em minha opinião, o roteiro tem falhas sérias. Há várias cenas inverossímeis, como a do inspetor conversando com Ripley “disfarçado”, em Veneza, sem se dar conta disso. E o que falar de pessoas como Tom e Freddie que, sabendo que Ripley é perigoso, ainda assim ficam sozinhas com ele? Há várias situações dessa que, a meu ver, comprometem o roteiro.
Abração!
Que legal que gostou.
Bem melhor q o ripoff de Ripley (Ripley-off? Rs) q fizeram naquele filme Saltburn…
Tem isso?
Sim, eles fizeram um Ripley para a geração Z. O filme não é de todo ruim, tem bons momentos, mas ele se perde no final e nem se compara a essa minissérie. Gostei bastante da atuação da filha/o do sting nesse novo ripley
André, tu gostou do filme com o Matt Damon, “O Talentoso Ripley”?
O do Minghella, né? Lembro que gostei na época, mas não vejo desde então.
André, gostar do Ripley é moleza, quero ver você, por obrigação profissional ou não, ter que assistir Evidências do amor e escrever sobre ele kkkkkk
Felizmente, nem sei o que é isso. Vou pesquisar!
Vi o terceiro, e incrível, episódio ontem. Acho que vi todos as adaptações do personagem, tirando uma com o Barry Pepper. Gostei de todas. O do Minghella é ótima mesmo mudando a personalidade do personagem, tornando-o trágico. A do Wim Wenders também é muito boa.
O quinto é um assombro. Nível Hitchcock.