nov/2024

Crítica: “Megalópolis”, de Francis Ford Coppola

Por André Barcinski

Crítica: “Megalópolis”, de Francis Ford Coppola

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16 comentários em "Crítica: “Megalópolis”, de Francis Ford Coppola"

  • Não vi ainda, mas vou ver por pura curiosadade, porque todo mundo que eu conheço que viu, detestou. Cara, o Adam Driver deve ser sobrinho de algum figurão, não tem como… o cara é muito limitado, além do Shia e da Aubrey que também são fraquíssimos. Além do roteiro ruim, a escolha de elenco foi infeliz.
    Mas daria um dedo pra tirar uma foto com o Coppola. Nunca entrevistou ele, André?

  • O roteiro é desconjuntado, pula de um lado pra outro sem muita conexão, as atuações são exageradas, mesmo o elenco sendo foda; os efeitos especiais seriam fracos já nos anos 90; a mixagem parece desequilibrada (não acredito que tenha sido a sala), parece que o mixador só lembrou de usar o surround da metade do filme em diante, e a música… bom a música poderia ter ajudado muito o filme, mas o filme acabou atrapalhando muito a música.

    O escolhido para assinar a música de “Megalópolis” é o argentino Osvaldo Golijov, compositor erudito que já havia colaborado com Coppola antes, e aqui o “compositor erudito” fica muito evidente já de cara. O domínio da composição desse sujeito é algo realmente impressionante. Ele já estabelece uma diferença clara entre o que se houve nos blockbusters atuais com o que ele faz, que está muito mais para Miklós Rózsa do que para os “Hans Zinzas” de Los Angeles, é Herrmanniano e não Tyleresco, amém!

    O primeiro tema, “New Rome” é uma citação clara de “Overture” que Rózsa escreveu para “Ben Hur” e extremamente bem desenvolvido ao longo seus mais de seis minutos. Você ouve Roma, parece que o tema nasceu dos fossos do Coliseu, e essa aura épica, quase bíblica está presente em quase todas as músicas da trilha.

    Golijov faz escolhas incríveis e nada óbvias em relação a instrumentação de uma trilha épica, além da óbvia orquestra sinfônica (gravada na Hungria com a Budapest Art Orchestra) tem pandeiro, agogo, vibrafone (não soando como instrumento de orquestra) e sanfona (esse sabe das coisas). No que diz respeito aos estilos, tem música flamenca em “Megalon Team”, tem jazz no estilo cinema noir, e tem “The Catilinarian Conspiracies” que soa como um filho de Vangelis com George Duke tocando hammond acompanhando uma orquestra sinfônica na quadra da Mangueira.

    Por fim, acho a trilha incrível enquanto álbum de trilha sonora, porém em contexto ela perde potencial e quase passa batida. Se assim como eu você também assistir “Megalópolis” e sair achando tosco, ouça o álbum. Você vai se surpreender.

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    Fabio Henrique Goncalves

    Megalopolis (Francis Ford Coppola), Ferrari (Michael Mann) e Casa Gucci (Ridley Scott)…três filmes protagonizados pelo Adam Driver. Parte do insucesso dessas produções pode ser creditado à escalação dele, ou é só coincidência mesmo?

    • O Adam Driver derrubou aquela tese de que “pra fazer sucesso em Hoillywood basta ser bonito e o talento é secundário”. Ele provou que é possível chegar ao estrelato sem ter talento e sendo mais feio que briga por herança.
      E como se fosse pouco, ainda juntaram com o Shia LeBeouf. Se juntassem o Cigano Igor com o Vitor Fasano não seria pior.

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    Joao Gilberto Monteiro

    André, ainda não vi o filme, mas baseando – se no seu texto, eu diria que o Francis Ford Coppola sofra do mesmo mal que seus colegas contemporâneos e igualmente grandes citados por você: A falta de alguém com envergadura moral o suficiente para criticá-los e dizer que até os gênios podem fazer besteiras!!!!
    E no caso do Francis é ainda pior, pois o filme saiu totalmente do bolso dele!!!

  • Não tenho como discordar da sua opinião. Só queria acrescenter que o Shia LeBeouf parece ter assistido Calígula e pensado que Malcolm McDowell estava muito sutil. E a Aubrey Plaza, com aquele jeito sarcástico dela, acaba se salvando, parece não ter levado nada a sério.

    Aliás, você assistiu “Emily, A Criminosa” (Prime Video)? Um ótimo filme de crime com ela, tem só 90 minutos, vai direto ao ponto, ótimos atores, ritmo perfeito, daqueles filmes que se esqueceram como fazer. Vale a pena.

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    Alexandre Johannsen

    A cereja do bolo foi aquela ultima cena: (atenção spoiler) a familia toda reunida no palco de Megalopolis. Profundamente cafona. E’ impossivel acreditar que é o mesmo diretor de “Apocalypse Now”.

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