nov/2023

Crítica: “Assassinos da Lua das Flores”

Por André Barcinski

Crítica: “Assassinos da Lua das Flores”

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18 comentários em "Crítica: “Assassinos da Lua das Flores”"

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    Cleibsom Carlos Alves Cabral

    Barça, li não me recordo em que site de notícias, que, a partir do momento que a PRIME passou a bancar o projeto, “determinou” alterações no roteiro, porque antes dela o enfoque de Scorsese era outro. Não sei se isso é verdade, mas, de fato, se alguém “deu” 200 milhões para o filme ser feito, ainda mais sendo uma plataforma de streaming, esse alguém ia apitar muito no produto final, independente de ser o último filme de um diretor mitológico ou não.

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      Andre Barcinski

      Não foi o que li. DiCaprio iria, originalmente, interpretar o policial que é enviado pelo FBI para investigar os crimes, e a trama do filme seria focado nessa investigação. Mas ele pediu para fazer o sobrinho do De Niro, e o foco mudou para o romance dos dois.

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        Cleibsom Carlos Alves Cabral

        Pelo que li, a principal mudança no roteiro, depois da entrada dos financiadores, foi que Scorsese pretendia narrar a história do ponto de vista dos indígenas e que essa, digamos, mudança de enfoque teria sido uma “imposição” dos donos do dinheiro. Mas creio que nunca saberemos se isso de fato ocorreu, o que é uma pena! O que temos é o filme que está aí e pelo jeito você não gostou nada dele…

        • Imagem de perfil do usuário
          Andre Barcinski

          Repito (está na entrevista do Scorsese na “New Yorker”): não houve interferência nenhuma dos financiadores, foi uma decisão do próprio Scorsese, porque o DiCaprio quis interpretar o marido da indígena, e o Scorsese decidiu tirar um pouco o foco da investigação policial para centrar no romance dos dois.

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          Cleibsom Carlos Alves Cabral

          Barça, me desculpe a insistência, mas o que comentei não tem relação nenhuma com a matéria da New Yorker. Infelizmente não me recordo o local em que li isso, mas convenhamos, se a “imposição” de fato ocorreu, o que não sabemos, nunca que o Scorsese o admitiria em uma entrevista. De concreto o que temos é o filme que está nos cinemas e, assim como você, eu também não gostei muito dele! Abraço e bom final de semana!

        • Imagem de perfil do usuário
          Andre Barcinski

          Então por favor, peço que vc ache onde leu isso. Não estou dizendo que isso nao ocorreu, mas que não li uma frase sobre isso em nenhum lugar. Estou argumentando com fontes reais e confiáveis, é uma entrevista do Scorsese pra “New Yorker”. E você acha que o Scorsese, nessa fase da vida, vai deixar que um streaming diga a ele como fazer o filme dele? Não acho. Abraço.

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    Joao Gilberto Monteiro

    André, realmente hoje em dia tem que ter muita coragem para criticar a “Vaca Sagrada” que virou o Martin Scorsese, e botar esse filme na perspectiva de que, na minha opinião, ele é bom (apesar de muuuuuito longo), mas dentro da obra martiniana, ele estaria na Série B de seus filmes, quase caindo pra C…

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    Luis Felipe Roscoe Maciel

    Cara, gostei do filme. Achei o contrario do que você apontou: para mim a solução dos crimes não é importante, considerando o quão obvio era o quadro. O que me prendeu mais é que mesmo sendo evidente que o personagem do Di Caprio era um interesseiro, a impressão que tinha é que o amor entre ele a personagem do Gladstone era real. E o final, com aquele programa de radio reconstituindo o caso, com aquele tanto de manipulação para guiar a audiência e com o aplauso final, achei que é mais uma critica sobre o que virou o cinema e a arte atualmente do que uma autocongratulação.

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    Leonardo Delmutte De Andrade

    Se é um filme do Scorsese é obra prima.Deve ser isso que passou na cabeça dos críticos que estão elogiando o longa,esse eu vou esperar sair nos streaming para assistir pois não tenho muita paciência pra ficar mais de três horas numa sala de cinema

  • Cara, tem que ter muito peito pra analisar um filme tão “hypado” dessa forma. Não vi NINGUÉM analisar o filme, só vi elogiarem, como se criticar fosse algo absurdo ou proibido, como se criticar/analisar fosse desrespeito.
    Eu, por exemplo, achei a particiapação da Lady Gaga na música “Sweet Sounds of Heaven” dos Stones pavorosa, e só faltaram me açoitar.
    Dá gosto te acompanhar há tantos anos. Grande abraço.

    • Imagem de perfil do usuário
      Andre Barcinski

      Valeu demais, Sandro, está realmente difícil analisar um filme tão comentado numa época em que o belicismo tomou conta da Internet. Felizmente, aqui no site tenho leitores que ainda curtem textos analíticos. Ah, e vou ouvir a Gaga com Stones, ainda não tive coragem. Abraço!

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