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11 comentários em "Adeus a Wayne Kramer"
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Sempre procrastinei em relação ao MC5. Que tolice da minha parte!
Começa pelo disco de estreia, o ao vivo.
Eu daria meus testículos pra ter estado nesse show do DKT – MC5. Não haveria Rage Against The Machine e tantas outras bandas sem esses caras. Wayne e uma perda imensa… vim pro trampo hoje ouvindo o Back In The USA em homenagem a ele.
Sando eu fico eternamente feliz pelo James Newell Osterberg Jr. ter visto o show do MC5 e sair inspirando e junto com os irmãos Asheton, lokos de pedra inspirados nos caras terem feitos uma banda.
Isso que tu não falou dos ótimos albuns solo dele… eu tenho o ‘The Hard Stuff’, acho fenomenal de bom. Foi lançado pelo selo Epitaph, da turma do Offspring, por isso era relativamente fácil de achar nos anos noventa…
Oh Carlão discaço. Valeu a dica mano.
Caiu uma lágrima aqui de ver o Kid Vinil, o John Peel da molecada de São Paulo nos anos 80. Esse festival foi histórico, guardo o ingresso como uma das minhas memorabilia mais queridas. Rest in light, brother Wayne.
Que legal. Não tenho nem foto com o Wayne.
Magno só meu lembro de um show do Violenta de Outono que foi embaixo de um viaduto em SP que o Kid Vinil apresentou a banda, troquei umas ideias com ele. Este momento esta guardo no meu coração até hoje e sempre.
Naquele mesmo ano de 2005 o Mark Arm fez uma participação especial no show do Pearl Jam no Brasil para cantar “Kick out the Jams” (o Mudhoney havia feito a abertura do show).
Tava no Pacaembu. Acho que o Steve Turner também participou. Mudhoney tava abrindo os shows.