jan/2022

É tempo de celebrar Neil Young

Por André Barcinski

É tempo de celebrar Neil Young

Por André Barcinski

Neil Young é uma obsessão minha.

Gosto de tudo sobre ele: a música, a atitude, a maneira como ele controla sua carreira e lança os discos que quer.

Nos últimos dias, Young deu mais uma prova de sua liberdade e integridade artística: retirou do Spotify todas as suas músicas depois que a plataforma se recusou a tirar do ar um podcast em que o comediante Joe Rogan divulgou informações falsas sobre a vacina contra a Covid-19.

Você pode concordar ou não com Neil, mas é impossível não respeitar o sujeito.

Ontem, publiquei na revista Lado B, um portal de jornalismo cultural de conteúdo gratuito que edito, um Top 10 de Neil Young (aliás, sugiro que todos se inscrevam, gratuitamente, para receber as newsletters do Lado B).

E hoje gostaria de recomendar um vídeo que está no Youtube e que já vi duas vezes: é “Barn”, um documentário de 73 minutos, dirigido pela atual companheira de Young, a atriz Daryl Hannah, sobre a gravação de “Barn”, o 14º LP que Young fez com o Crazy Horse, banda que o acompanha há mais de 50 anos.

Sem o guitarrista Frank “Poncho” Sampedro, que se aposentou em 2014 por problemas com artrite nas mãos, Young recrutou os velhos comparsas Billy Talbot (baixo), Nils Lofgren (guitarra e teclados) e Ralph Molina (bateria), trancou-se com os três num estábulo de mais de cem anos que fica em sua propriedade e gravou, sem truques de edição e com câmeras paradas, um show íntimo do Crazy Horse. É uma coisa linda.

Um ótimo final de semana a todos.

24 comentários em "É tempo de celebrar Neil Young"

Deixe seu comentário

Ir para o topo